Apostando no protagonismo dos usuários: relato de experiência das oficinas de teatro no CAPS AD II de Manhuaçu.

dc.contributor.advisorBueno, Rinaldo Condé
dc.contributor.authorLima, Astharianna Alves de Barros
dc.date.accessioned2020-01-28T15:23:20Z
dc.date.available2020-01-28T15:23:20Z
dc.date.issued2019
dc.descriptionRelato de experiênciaen_US
dc.description.abstractA concepção de teatro, inspirada nas construções de Pelbart e Boal, encontra-se neste trabalho com as ideias da clínica ampliada assumida por meio de um “ato terapêutico” como forma de desconstrução do modelo manicomial. O objetivo desse trabalho foi compreender o potencial das Oficinas de Teatro, analisando as possibilidades e os desafios de produção de espaços de invenção e experimentação, possibilitando a construção de novos cenários e papéis por meio dos processos de subjetivação. De formas mais gerais, favorecer a expressão dos afetos e pensamentos, ser veículo para a subjetividade e sociabilidade, promover o protagonismo dos usuários a partir da liberdade e autonomia. Trata-se de um estudo qualitativo que suscitou um relato de experiência das Oficinas de Teatro do Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas (CAPS AD II) de Manhuaçu, envolvendo arte e saúde mental. Os métodos e técnicas de pesquisa envolveram a observaçãoparticipante e os registros no diário de campo. As oficinas de teatro quinzenais, construídas a partir da demanda do serviço de saúde mental, se tornou instrumento de transformação da realidade e palco de sustentação das singularidades, a partir da invenção e experimentação que apostava na construção de oficinas sem técnicas prontas e formatadas, baseadas no improviso. No desenrolar das sobreposições os usuários foram revelando corpos que aclamavam por uma “a-tua-ação” mais humana. Sair dos moldes clínicos convencionais e oferecer outros espaços e formas de cuidado exige dos profissionais certa ousadia, e, capacidade para permitir que o conhecimento técnico/científico torne-se coadjuvante cedendo espaço para que o protagonismo e o saber dos usuários seja colocado em cena. Através das vivências das Oficinas de Teatro, criamos mais um espaço coletivo de expressão subjetiva e constituição terapêutica em que todos os sujeitos presentes são afetados de algum modo. Mesmo cientes das limitações metodológicas e técnicas da experiência, descobrimos que é possível criar novos espaços de expressão dentro dos serviços de saúde mental. Consideramos que as oficinas de teatro constituem-se em espaços possíveis para a experimentação, invenção e expressão dos afetos, pensamentos e ações, um palco para construções coletivas e transformações subjetivas.en_US
dc.identifier.urihttp://localhost:8080/xmlui/handle/123456789/316
dc.language.isopt_BRen_US
dc.publisherESP-MGen_US
dc.subjectSaúde mentalen_US
dc.subjectOficina de teatroen_US
dc.subjectArteen_US
dc.subjectSubjetividadeen_US
dc.subjectProtagonismoen_US
dc.titleApostando no protagonismo dos usuários: relato de experiência das oficinas de teatro no CAPS AD II de Manhuaçu.en_US
dc.typeMonografia/ TCCen_US

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
TCC Astharianna Alves de Barros Lima.pdf
Tamanho:
1.06 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format
Descrição:

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
license.txt
Tamanho:
1.71 KB
Formato:
Item-specific license agreed upon to submission
Descrição: